Animais Resgatados Recebem Cuidados De Veterinários E Voluntários Em Nova Friburgo

12 Feb 2018 09:21
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Uma coruja, uma chinchila, um roedor, um coelho, diversos gatos e cachorros estão na Coordenadoria de Bem Estar Animal do município de Nova Friburgo, pela região serrana do Estado do Rio de Janeiro. Estes animais sobreviveram ao temporal do dia onze de janeiro. Seus donos faleceram ou se perderam dos bichos de estimação. A coruja foi encontrada ferida, escondida debaixo de galhos de árvores. Ela será solta então que estiver curada. Segundo a veterinária do Instituto Ecológico Búzios, Carla Sassi, trinta anos, por volta de quarenta animais foram resgatados dos locais de traço de desabamentos.Todos foram levados pra um galpão da prefeitura, na via 1º de Março, no bairro Vilage, onde está desenvolvida a coordenadoria. Ela contou histórias amargurados de cães que ainda se recuperam da tragédia. A cadela Joana, que está neste local no abrigo, foi encontrada amarrada a uma corrente na residência dos donos no bairro Córrego Dantas. Eles faleceram e ninguém sabe como ela sobreviveu. Ela estava muito ferida e debilitada.Um,08 metro • cem quilosMeu Nome Não é Johnny06 "De Mal" vinte e quatro de julho de 201035 09 "Cadê todo mundo?" 21 de maio de 2014is?cubkg2nmX1VxAgi64Cd8Nd7-6vaqAqWeAu0LR8kzmy4&height=160 Fizemos um tratamento de fluidoterapia para ela se recuperar. Outro animal que sofreu muito no dia da enchente foi a cadela Lost. A veterinária contou que ela estava em cima de um monte de terras muito aterrorizada, com temor e tremia o corpo todo. Ela foi encontrada em um estacionamento, parecia que estava morrendo.Tivemos que fazer um trabalho de ressocialização pra ela aprimorar. Na semana do temporal, os voluntários resgataram 30 cachorros e 8 gatos. Diversos agora foram doados. Alguns esperam os donos acertarem suas vidas para voltar para casa. Segundo Adilson Pacheco, de cinquenta e dois anos, presidente da ONG Univida de Proteção Animal, outros que estavam perdidos já foram encontrados e resgatados pelos proprietários. Diversos moradores da cidade estão vindo aqui pra buscar cães perdidos. A emoção de reencontrar os animais é muito vasto. Ainda de acordo com Adilson, a prefeitura entrou em contato com a ONG para pedir auxílio já após a tragédia. Eles contam com o apoio de 10 veterinários, voluntários e doações de rações e remédios. O aposentado Jorge Ramos, de sessenta e cinco anos, saiu do Rio pra atravessar o dia no galpão. Ele comentou que os animais estão muito carentes. Eles só querem um amor.Pra doar, a população pode depositar cada quantia no banco Itaú. O robusto temporal que atingiu o Estado do Rio de Janeiro no dia onze desse mês deixou centenas de falecidos e milhares de sobreviventes desabrigados e desalojados, principalmente na localidade serrana. As cidades de Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis, Sumidouro, São José do Vale do Rio Preto e Prazeroso Jardim foram as mais afetadas.Serviços como água, luz e telefone foram interrompidos, estradas foram interditadas, pontes caíram e bairros ficaram isolados. Equipes de resgate ainda enfrentam problemas pra comparecer a alguns locais. Além disso, o governo federal anunciou a antecipação do Bolsa Família pros 20 mil inscritos no programa nas cidades de Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis.Corporações públicas e privadas, além de ONGs (Empresas Não Governamentais) e voluntários, bem como estão auxiliando e recebem doações. Os corpos identificados e liberados pelo IML (Instituto Médico Legal) são enterrados em covas improvisadas. Hospitais continuam com feridos internados. Médicos apelam por doação de sangue e remédios. Os próximos dias asseguram ser de muito trabalho e promessa na localização de corpos. Em visita à região de Itaipava, em Petrópolis, o governador Sérgio Cabral (PMDB) comentou que ricos e pobres ocupavam irregularmente áreas de traço e que o lugar foi prejudicado. Está provado que houve ocupação irregular, em tão alto grau de baixa quanto de alta renda. Está provado, também, que houve prejuízo da meio ambiente. Isto não tem a enxergar com desprovido ou rico.O tamanduá bandeira, com tuas fortes garras, o queixada, com tuas grandes presas, e até mesmo grupos de ariranhas neste momento foram vistas colocando uma onça pintada para correr. As fêmeas chegam à maturidade sexual com dois anos de idade e os machos com 2 a três anos. As onças são consideradas sexualmente ativas durante todo o ano, mas nascimentos aumentam no momento em que há mais presas, pela estação chuvosa no caso do pantanal.Os machos são atraídos pelas fêmeas por odor e por vocalizações. Cada macho poderá acasalar com diversas fêmeas. Tempo de gestação dura de noventa a 110 dias, ao conclusão dos quais nascem de 1 a 4 filhotes, sendo dois filhotes o mais comum. Geralmente só um sobrevive até a fase adulta. Filhotes pesam de 700 a 900 gramas no nascimento e abrem os olhos em duas semanas. São amamentados até três meses e com mais ou menos 6 meses começam a assimilar a caçar com a mãe.Depois de 1 a dois anos aprendendo a caçar onças jovens saem para encontrar teu respectivo território e passam a caçar sozinhas. Fêmeas ficam geralmente perto das mães, no entanto como machos dominantes não aceitam outros machos em seu território, filhotes do sexo masculino algumas vezes necessita comparecer distanciado até achar seu próprio território. Sendo um predador topo da cadeia alimentar, a onça pintada tem uma função ecológica muito primordial, regulando o tamanho da população de suas presas e mantendo em equilíbrio o meio ambiente.É um animal que precisa de grandes áreas conservadas para sua sobrevivência e sua preservação poderá ajudar todas as espécies que vivem em seu ecossistema. Como vive em áreas densas e muitas vezes insuficiente acessíveis, como a floresta Amazônica, ninguém entende ao direito quantas onças existem atualmente. Estimativas vão de 30mil a mais de 100mil onças pintadas, vinte a trinta mil só no Pantanal, sendo por ventura a superior densidade do universo.A destruição de seu habitat e consequente redução no número de presas é a principal circunstância da redução no número de onças. Redução no número de presas também leva a acrescento na predação de animais domésticos por onças, com consequente perseguição e morte por fazendeiros em várias regiões apesar de ser um crime ambiental. Historicamente, a distribuição da onça-pintada se estendia dos EUA até a Argentina.

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